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© Samuel Britto. Todos os direitos reservados.

Vida

Hello World 10 Anos Depois: Por Que Finalmente Construí uma Casa para o Meu Código

Crescendo na periferia da Grande São Paulo, a tecnologia era mais do que uma ferramenta — era minha janela para o mundo. Lembro-me de que meus olhos se vidravam e brilhavam como um monitor CRT toda vez que eu me sentava em frente a um computador. Eu era obcecado. Meus pais tentavam impor limites, mas passei minha infância realizando "acrobacias digitais" para burlar os bloqueios parentais. Eu não estava apenas procurando mais tempo de tela; era movido pela necessidade de entender os mecanismos por trás da cortina.

Em 2013, digitei minhas primeiras linhas de código durante meu curso técnico em Desenvolvimento Web. Foi amor à primeira vista. A percepção de que eu poderia arquitetar algo do nada e estilizá-lo exatamente como eu imaginava era inebriante. Essa paixão impulsionou minha jornada para a Universidade Mackenzie, onde ganhar uma bolsa integral mudou a trajetória da minha vida. Para um garoto com a minha origem, aquele diploma não era apenas um marco acadêmico; era a validação definitiva de um sonho.

"A beleza do aprendizado é que ninguém pode tirá-lo de você."

Minha carreira acabou me levando muito além das fronteiras de São Paulo. Meu primeiro contato com um mundo completamente diferente aconteceu na Itália, uma experiência que abriu meus olhos para a escala global do cenário tecnológico. Isso foi seguido por um ano na Irlanda, trabalhando com uma equipe internacional diversificada na Rithum, e um capítulo na França como freelancer e Lead Developer.

Essas andanças são o motivo pelo qual meus projetos digitais hoje falam 6 idiomas (inglês, francês, português, italiano, espanhol e japonês). Eu não apenas traduzo conteúdo; eu carrego as nuances dessas diferentes culturas para cada linha de código que escrevo, garantindo que "global" não seja apenas uma configuração, mas uma filosofia central.

A Oficina Digital

Por muito tempo, meu portfólio serviu como a única vitrine do meu trabalho finalizado. Ele mostrava o "quê", mas faltava a alma — a lógica complexa e bela por trás dos pixels. Percebi que precisava de mais do que apenas uma galeria de projetos passados; eu precisava de uma oficina digital.

Este blog é esse espaço. É um lar para o meu código respirar e uma plataforma para compartilhar as análises profundas que um simples card de projeto não consegue conter. Para garantir que esta oficina fosse tão robusta quanto os sistemas que construo para os meus clientes, utilizei uma stack de alto desempenho: Next.js 15 e React 19, sustentados por um backend Strapi 5 e orquestrados via AWS. Também adotei o Tailwind CSS para alcançar um nível mais alto de refinamento de interface. Nos próximos meses, compartilharei os planos arquitetônicos de como essas peças se encaixam.

A Arte da Integração

No final das contas, amo a arte do desenvolvimento web em sua totalidade. Minha carreira tem sido definida pela versatilidade: a habilidade de projetar interfaces elegantes onde UX e acessibilidade são prioridades, enquanto simultaneamente integro backends robustos com frontends dinâmicos e projeto bancos de dados eficientes.

Eu não apenas uso ferramentas; eu as orquestro. O software nunca está "pronto"—está apenas em diferentes estágios de evolução. Convido você a acompanhar enquanto documento a próxima década desta jornada. Explore o portfólio, fique pelos logs. A base está pronta; o desenvolvimento começa agora.

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